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Se vocês estão lendo isto agora, é por que estão a procura de informações e ferramentas de estudo que possam auxiliá-los na construção de seus conhecimentos. Portanto, estarei disponibilizando semanalmente: Plataformas interativas, textos, vídeos, links para resumos, etc tudo para contribuir no seu aprendizado. Bons estudos.
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quarta-feira, 20 de maio de 2015
quinta-feira, 29 de maio de 2014
quinta-feira, 22 de maio de 2014
segunda-feira, 19 de maio de 2014
Por que Hitler odiava os judeus?
O anti-semitismo tem raízes religiosas milenares
Marta Francisca Topel* | 01/06/2004 00h00
Para compreender o anti-semitismo, é fundamental diferenciá-lo do antijudaísmo. O antijudaísmo é o ódio à religião judaica como ideologia ou visão de mundo, enquanto o anti-semitismo é o ódio aos judeus como nação. Entretanto, aqueles que professam o antijudaísmo acabam sendo anti-semitas, uma vez que partem do pressuposto de que a religião judaica contaminou a nação que segue seus preceitos. Por sua vez, o anti-semitismo desemboca no antijudaísmo, ao sustentar-se na premissa de que só uma nação racialmente inferior pôde ter criado uma religião tida como a religião do Mal.
Na Antigüidade, seitas eso-téricas conceberam a religião judaica como a religião do demônio e viam os judeus como os agentes na propagação dessa re-ligião do pecado. Essa cosmovisão foi resultado de uma crença dualista, isto é, em dois poderes criadores do universo: o Bem e o Mal, identificando os judeus com o Mal, o que os colocou no papel do mal cósmico e os viu como instrumento do demônio. Todavia, o momento histórico no qual se entrelaçam pela primeira vez e de forma radical antijudaísmo e anti-semitismo é na consolidação da visão paulina. Para o apóstolo Paulo, a revela-ção da Torá é uma revelação temporária, e aqueles que continuam no caminho da Torá após a chegada de Cristo são traidores. Segundo esse raciocínio, os judeus, ao rejeitarem Cristo como Messias e ao assassiná-lo, transformaram-se em agentes do Mal, no povo deicida.
Ao longo de toda a Idade Média, essa idéia foi desenvolvida e materializada pela Igreja católica. É de se destacar os cânones adotados no Concílio de Latrão (1215) que confirmavam a condenação dos judeus à servidão perpétua, proibiam sua integração na sociedade com o objetivo de impedir a contaminação dos cristãos, obrigavam o uso de signos de diferenciação nas vestes, impediam o acesso dos judeus aos cargos administrativos e os excluíam completamente da agricultura e das corporações. Essas medidas enraizaram na população um ódio milenar baseado numa ideologia demonizadora que culpou os judeus e o judaísmo pela morte de Cristo.
O termo anti-semitismo foi criado no século 19, quando as teorias religiosas que acusavam os judeus de deicídio ficaram caducas. Nesse momento, a partir de uma leitura tergiversada das teorias ligadas ao darwinismo social, o motivo para perseguir os judeus começou a ancorar-se em pressupostos biológicos. Assim, para Hitler, existiam três raças: as “fundadoras” ou superiores, representadas pelos povos germânicos, as “depositárias”, pelos povos eslavos, e as “destruidoras” ou inferiores, que tinham nos judeus o exemplo paradigmático. Obcecado com o ideal de pureza racial, Hitler compreendeu a História como uma permanente luta entre as diferentes raças, na qual a raça superior devia utilizar todos os meios necessários para manter sua pureza. A essa visão histórica foi acrescentado o mito da “conspiração judaica mundial”, fortemente difundido em toda a Europa que, entre outras falácias, divulgou a idéia do poder econômico do povo judeu e do seu monopólio dos meios de comunicação. Os judeus foram transformados no bode expiatório e culpados de todos os males pelos quais atravessava a Alemanha, fazendo com que sua eliminação se tornasse um imperativo de Estado.
Muitos ignoram que os campos de extermínio não estavam na Alemanha, mas na Europa do leste. Isso visava pou-par os alemães do “trabalho sujo” e permitia aos poloneses, ucranianos e lituanos, acérrimos anti-semitas de longa data, cola-borar ativamente com o ideal nazista de aniquilação total dos judeus. Nas cidades polonesas de Jedwabne, Radzilow, Wasosz e Stawinski, por exemplo, os moradores assassinaram milhares de ju-deus, sem nenhuma imposição dos ale-mães. Se algum episódio exemplifica o enraizado anti-semitismo polonês, ele é a matança de judeus depois de finalizada a guerra. O pogrom de Kielce (1946), um entre muitos, permanecerá na história polonesa como um dos maiores atos de covardia coletiva, no qual 42 sobreviventes do Holocausto foram assassinados pelos vizinhos. Por quê? Medo destes de ter de devolver, a seus donos judeus, as casas que haviam ocupado ilegalmente.
*Antropóloga e pesquisadora do Programa de Língua Hebraica, Literatura e Cultura Judaicas da Universidade de São Paulo (USP)
Disponível em http://guiadoestudante.abril.com.br/aventuras-historia/hitler-odiava-judeus-433980.shtml
sábado, 17 de maio de 2014
NAZIFASCISMO - PERÍODO ENTREGUERRAS
O termo “Nazifascismo” é
uma aglutinação dos termos “nazismo” e “fascismo”. O nazismo foi uma
ideologia política surgida nos anos 1920 e 1930 na Alemanha, e teve seu auge
durante o regime de Adolf Hitler. O fascismo surgiu
na Itália, e resumia a doutrina totalitária e populista do líder Benito Mussolini na mesma época.
Incorretamente, os dois termos são interpretados como sinônimos, mas possuem
histórico e conceitos diferentes.
O nazismo, além do regime de Hitler, esteve ligado ao Partido Nacional Socialista Alemão dos Trabalhadores, e tinha como fiel objetivo atingir o ideal de raça, de organização social e de prosperidade econômica contínua; O objetivo do estado deveria servir a um projeto maior de formação desociedade e fortalecimento da economia.
O fascismo italiano pensava o oposto, as
condições e ideais já existentes na sociedade é que deveriam servir o estado (pensamento
inverso no nazismo). O governo fascista visava supervalorizar sua própria
cultura estatal, tudo deveria servir aos interesses do estado, num sentido de
“estadolatria” mantida pelo governo num ambiente de nacionalismo.
CLIQUE AQUI PARA VER A VÍDEO-AULA
sexta-feira, 2 de maio de 2014
11ª QUESTÃO - TAREFA ONHB - PARTE PROFESSOR
ANO DE NASCIMENTO - 1982
1.1 - LICENCIATURA
1.2 - SIM
1.3 - SIM
1.4 - 2
1.5 - 5 A 10
1.6 - SIM - SIM - NÃO - SIM - SIM
1.7 - SIM
1.8 - SIM
1.9 - NÃO
1.10 - SIM
EXPLIQUE
O acesso a documentos históricos e um novo formato de elaboração de itens que ajudam no meu cotidiano escolar.
1.11 - Sugiro um projeto de iniciação à pesquisa histórica para alunos do EM.
1.1 - LICENCIATURA
1.2 - SIM
1.3 - SIM
1.4 - 2
1.5 - 5 A 10
1.6 - SIM - SIM - NÃO - SIM - SIM
1.7 - SIM
1.8 - SIM
1.9 - NÃO
1.10 - SIM
EXPLIQUE
O acesso a documentos históricos e um novo formato de elaboração de itens que ajudam no meu cotidiano escolar.
1.11 - Sugiro um projeto de iniciação à pesquisa histórica para alunos do EM.
quinta-feira, 24 de outubro de 2013
7 temas que podem cair na redação do Enem 2013
Galera, "fuçando" na internet encontrei algumas sugestões de leitura para ficar afiado para a redação do ENEM. Vale a pena dedicar um pouquinho de tempo para ler a respeito deste 7 temas que podem cair na redação do Enem 2013:
1. Redução da maioridade penal
2. Gerenciamento de recursos hídricos
3. Investimentos em educação e saúde
4. Mundial de 2014
5. Homofobia
6. Regulamentação do trabalho doméstico
7. Espionagem norte-americana de dados brasileiros
Disponível em http://www.jornaldacidade.net/enem/leitura/253/59542/7-temas-que-podem-cair-na-redacao-do-enem-2013.html#.UmmzhvmkosQ
sexta-feira, 6 de setembro de 2013
ATIVIDADE DE ANÁLISE DO FILME "O NOME DA ROSA"
PROCESSO PRODUTIVO
A ATIVIDADE DEVERÁ SER FEITA EM DUPLAS
E DEVERÁ CONTER CAPA, INTRODUÇÃO E CONCLUSÃO.
Elabore uma ficha técnica contendo:
1. Breve descrição do filme;
2. Enredo do filme;
3. Ideia central;
Depois juntamente com a equipe
responda as seguintes questões;
Filme: O
Nome da Rosa
Baseado no romance policial homônimo
escrito por Umberto Eco.
Conteúdo:
1. História Medieval: A hegemonia
católica nos campos da educação e da cultura.
2. Filosofia: Platão / Santo
Agostinho; Aristóteles / São Tomás de Aquino.
Questões para análise do filme:
Após discussão com seu grupo de
trabalho sobre o filme, respondam atentamente o questionário sobre aspectos
importantes abordados no filme “O Nome da Rosa”.
01_ Caracterizem o período denominado
como “A Baixa Idade Média” (século XI ao XV), onde se passa o filme, bem como o
“Movimento Renascentista” representado no filme pelo monge franciscano William
de Baskerville, que adota uma postura humanista e racional e consegue desvendar
a verdade por trás dos crimes cometidos no mosteiro.
02_ A Teologia cristã atua de forma
bem clara e evidente na sociedade medieval para efetuar a dominação,
fundamentada na ideologia do respeito ao sagrado, na adoração de um ser supremo
e perfeito; Deus. Agindo assim, a Igreja Católica procura arrebatar todas “as
ovelhas possíveis “e as que por ventura se desviarem, serão purificadas pelo
fogo (Inquisição). Essa ideologia é levada aos extremos. O personagem que se
encaixa nessa análise seria a figura de Bernado Gui, que age cegamente para
defender a unidade da igreja e a manutenção da ordem da verdade absoluta.
Identifique no filme formas às quais a “Santa Inquisição” recorria para
defender a unidade da Igreja.
03_ Podemos atribuir à rosa um
referencial para o conhecimento da Idade Média (representado no filme através
da literatura contida na biblioteca do mosteiro beneditino), logo subentendemos
que O Nome da Rosa é, na verdade, uma alusão ao saber, inacessível e mortal. Em
contrapartida, as palavras finais do narrador da história fazem surgir um outro
ponto para a atribuição do título do filme. Elas nos remetem à camponesa que
teve relações sexuais com o noviço Adso de Melk, despertando nele o amor, cujo
nome não é revelado nem mesmo no fim da história. Na opinião do grupo, qual das
explicações parece fazer mais sentido? Por que o título: O nome da rosa?
04_ O filme retrata muitos pontos de
grande valia, dentre os quais podemos destacar a considerável influência da
Igreja sobre todos os assuntos da humanidade (os de cunho religioso e
espiritual bem como social, econômico e político da época medieval). Era dentro
dela que estava toda a fonte de conhecimento e este não podia, de forma alguma,
ser distribuído à sociedade de forma homogênea - a Igreja correria o risco de
perder boa parte da sua influência ideológica e de seu poder de controle.
Através desse pensamento, justifique o artifício de envenenamento das pontas
das páginas de livros da biblioteca.
05- A cena de maior impacto no filme foi
quando a camponesa e o noviço tiveram um enlace sexual dentro do mosteiro pelo
fato de que os motivos que os levaram a praticar tal ato foram baseados em seus
instintos: o do noviço de cunho sexual, de descobrir porque se sentia tão
envolvido com aquela camponesa; e o da garota pela prestação de favores aos
monges em troca de alimento que era, visivelmente, a sua única forma de alento.
Ainda hoje é prática na Igreja Católica o Celibato Clerical (orientação para
que os padres não se casem e se dediquem apenas à atividades religiosas). Qual
a opinião do grupo sobre essa prática?
06_ São duas as ordens religiosas
retratadas no filme: a dos Franciscanos e a dos Beneditinos. A primeira, também
conhecida por Ordem dos Frades Menores, está representada na pessoa do frade
William de Baskerville (e seu noviço) cujo destino foi um monastério beneditino
onde teve de desenvolver pesquisas para a solução de um mistério que envolvia
mortes naquele espaço. Ambas as ordens tinham em comum um conceito educacional
que imperava na época, sempre direcionado à educação religiosa, teológica. Os
beneditinos, desde muito cedo, eram submetidos ao rigor do ofício divino, que
estabelecia um cronograma temporal para realização de atividades teológicas
aliadas a árduos trabalhos manuais agrícolas para subsistência. A instituição
tinha um lema “Ora Et Labora” que quer dizer “Reza e trabalha” e um dos seus
preceitos mais valorados era o de incentivar uma convivência comunitária.
Comente passagens do filme que confirmam essa tese.
07_ Scriptorium, em tradução literal
“um local para escrever”, caracteriza lugar fechado e isolado, destinado a
guardar os “tesouros do saber”. Agregava antiquarii, librarii, scriptores e
illuminatores monges e não monges, que se colocavam a serviço da produção,
preservação, circulação e venda de manuscritos, sendo os responsáveis pela
criação de códices em boa parte da Idade Média. Qual a importância dos monges
copistas para a preservação da cultura durante a Idade Média?
08_ Tudo o que ia de encontro aos dogmas
religiosos eram considerados heresias pela Igreja e no filme há claros exemplos
relatados. O riso era tido como uma zombaria ao divino. “Mais amargo que a
morte é a mulher”, frase dita por um dos personagens do filme que coloca a
mulher num patamar pecaminoso. Símbolos de bruxaria, como o gato preto e a
galinha preta, eram também tido como prática de heresias. O aparecimento do
Anticristo (presença do demônio no mosteiro beneditino) foi o acontecimento
marcante que suscitou a ida do monge William de Baskerville em seu trabalho de
investigação. As mortes ocorridas no mosteiro seriam motivo suficiente para que
o Papa declarasse o monastério como herege. Contestar o veredicto de um
Inquisidor era também considerado heresia. Dentro desse quadro, qual o destino
final do mosteiro?
09_ No filme, os camponeses são
miseráveis, tratados com ríspida arrogância e desdém pelos monges do mosteiro.
Alguns realizavam atividades primárias de subsistência. Não há nenhuma fé
clara, nenhuma caridade. Assim, os camponeses medievais viviam de sobras,
moravam em casas de madeira de um só cômodo, com telhado de palha e chão
batido, vestiam roupas artesanais, e em sua maioria eram analfabetos. Como
podemos caracterizar os camponeses atuais? Com quais tipos de problemas hoje eles
se deparam?
10_ Quais são as
conclusões finais do grupo após a análise do filme?
Prazo para entrega dia
17/09/2013
domingo, 3 de março de 2013
ATIVIDADE DE ANÁLISE DO FILME NARRADORES DE JAVÉ
EEM TANCREDO NUNES DE MENEZES
“Educando e humanizando pela democracia”
Prof. Rondinelly - 1º ano turma: A - Manhã - 2014
Atividade de análise sobre o filme Narradores de Javé.
Objetivos:
1- Ver a linguagem cinematográfica como uma das maneiras de abordar algumas questões e por outro lado, enxergá-lo sob a ótica do historiador - como fonte histórica para análise da sociedade em que foi produzido.
2- Refletir sobre a importância da memória, da História, as relações entre as estas duas, e por fim, analisar as nuances do ofício do historiador e da escrita da História.
PROCESSO PRODUTIVO
A ATIVIDADE DEVERÁ SER FEITA PELO ALUNO E DEVERÁ CONTER CAPA, INTRODUÇÃO E CONCLUSÃO.
Elabore uma ficha técnica contendo:
1. Breve descrição do filme;
2. Enredo do filme;
3. Ideia central;
E depois juntamente com a equipe responda as seguintes questões;
1) Qual o tema do filme? O que os realizadores do filme tentaram nos contar? Eles conseguiram passar a mensagem?
2) Por que se afirma que o filme discute questões ligadas a memória histórica e suas “verdade”.
3) Você assimilou/aprendeu alguma coisa com este filme? O quê?
4) Do que você mais gostou nesse filme? Por quê?
5) Javé é um lugar fictício, criado pelo enredo do filme. No Ceará temos uma Javé você sabia? Pesquise e nos traga algumas informações sobre esta cidade cearense que passou pro este mesmo problema mostrado no filme.
6)Pesquise e comente um pouco sobre a relação entre o progresso e o patrimônio histórico.
7) Para os personagens do filme por que era importante resgatar a memória e escrever a História daquele vilarejo?
8) Como você considera a importância da memória para uma sociedade?
9) Qual a relação do filme com a disciplina História?
10) Qual a relação do filme com seu cotidiano?
DATA DA ENTREGA DESTA ATIVIDADE: ATÉ 21 DE FEVEREIRO DE 2014
segunda-feira, 23 de abril de 2012
ATIVIDADE DE ANÁLISE DOS FILMES: O CANGACEIRO E O BAILE PREFUMADO
E.E.M. Tancredo
Nunes de Menezes
“Educando e humanizando pela
democracia”
Ano 2012
Prof. Rondinelly - HISTÓRIA – 3º ANO
Atividade: História e Cinema
Requisito parcial de nota do 1º bimestre
Procure observar o seguinte:
1. Época e local dos acontecimentos;
2. Período da História do Brasil a que
corresponde e quem governava o país na época;
3. Condições de vida e problemas enfrentados
pela população do sertão nordestino na época e o que fazia para sobreviver;
5. Qual a visão que os sertanejos, os fazendeiros, a polícia e o governo tinham sobre os canaceiros.
6. Que atitudes dos cangaceiros justificavam a ideia de herois por parte dos sertanejos.
7. Que ações levavam os cangaceiros a serem vistos como bandidos.
8. Qual a relação dos bandos com os fazendeiros.
9. Como e por quais motivos os sertanejos entravam para o cangaço.
10. Como o coronelismo se relaciona com o cangaço.
11. Quem era o beato que o Bando de Galdino encontrou.
12. Os retirantes do nordeste.
13. Na sua opinião, que tipo de imagem o filme retrata sobre o cangaço.
14. O dia-a-dia nos acampamentos.
sexta-feira, 30 de março de 2012
ATIVIDADE DE ANALISE DO FILME "O CALDEIRÃO"
E.E.M. Tancredo Nunes de Menezes
“Educando e humanizando pela democracia”
Ano 2012
Prof. Rondinelly - HISTÓRIA – 3º ANO
Atividade: História e Cinema
Requisito parcial de nota do 1º bimestre
Filme: O Caldeirão de Santa Cruz do Deserto
Essa história pouco conhecida pela população brasileira pode ser vislumbrada no filme “O Caldeirão de Santa Cruz do Deserto”, de Rosemberg Cariry. Produzido no Ceará, o filme de 78 minutos, a cores e preto e branco, explora depoimentos e imagens até então inéditas da destruição de uma comunidade rural. Mistura fotos, ilustrações e imagens, além de depoimentos de remanescentes dos episódios na década de 30. O autor destaca que “são elementos culturais do presente, vivos, que conduzem o ciclo da narrativa e constroem as metáforas da resistência camponesa, símbolos e expressão da vida do povo nordestino, possibilitando um encontro do povo cearense com a sua memória”. O filme traz uma série de temáticas relacionadas aos conflitos sociais e a luta por terra: religião, intolerância, violência e repressão; as Leis e a segurança da ordem pública; poder, liberdade e luta por terra. Aborda um período histórico que vem do início do século XX até meados da década de 1980 – 50 anos depois da destruição da comunidade. O filme mostra nas romarias de Juazeiro do Norte e Canindé, os romeiros, deserdados filhos da terra, erguendo a legenda do Caldeirão como um estandarte de luta pela reforma agrária.
Procure observar o seguinte:
1. Época e local dos acontecimentos;
2. Período da História do Brasil a que corresponde e quem governava o país na época;
3. Condições de vida e problemas enfrentados pela população do sertão nordestino na época e o que fazia para sobreviver;
4. Quando começa as romarias a Juazeiro e o que se entende por fanatismo religioso..
5. Qual a imagem passada de Pe. Cícero.
6. A função de Pe. Cícero como líder político e religioso.
7. Quando, como, onde e por quem foi fundado o povoado que daria origem a história do Caldeirão.
8. O que o beato José Lourenço propunha a seus seguidores ao fundar a comunidade;
9. Como eram as casas e as condições de vida no povoado e por quem era formada essa comunidade;
10. O que aconteceu com muitos povoados do Nordeste com a seca de 1932 e a ação do governo para solucionar o problema da fome.
11. Como a Juazeiro era vista pelas elites urbanas e pelo governo;
12. O que o filme quer dizer quando afirma que Juazeiro se tornou uma “indústria da fé e da miséria”.
13. Como a imprensa relatava ao país os acontecimentos do Caldeirão e por que acontecia isso;
14. Por que as elites políticas criaram a história do BOI SANTO.
15. Qual a relação desse acontecimento com o contexto histórico nacional da época.
16. Qual a posição da igreja nesse episódio.
17. Tente fazer sua análise pessoal a respeito dos acontecimentos e do filme.
ATIVIDADE DE ANÁLISE DO FILME CANUDOS
E.E.M. Tancredo Nunes de Menezes
“Educando e humanizando pela democracia”
Ano 2012
Prof. Rondinelly - HISTÓRIA – 3º ANO
Atividade: História e Cinema
Requisito parcial de nota do 1º bimestre
Filme: A Guerra de Canudos
O filme A Guerra de Canudos, dirigido por Sérgio Rezende e produzido por Mariza Leão, é uma superprodução brasileira filmada na região onde se passaram os fatos. Foi lançado em 1997, 100 anos após essa guerra, que causou a destruição do povoado. O filme pode ser encontrado em vídeo, distribuído pela Columbia Tristar Home Video, tem duração de 180 minutos e foi exibido também na televisão como minissérie. O objetivo do filme é retratar a Guerra de Canudos, mas é bom lembrar que se trata da versão do diretor sobre os acontecimentos, apresentados segundo sua opinião.
Procure observar o seguinte:
1. Época e local dos acontecimentos;
2. Período da História do Brasil a que corresponde e quem governava o país na época;
3. Condições de vida e problemas enfrentados pela população do sertão nordestino na época e o que fazia para sobreviver;
4. Quem tomava as decisões nas famílias do sertão nordestino;
5. Quem foi Antônio Conselheiro e quais eram suas idéias (o que defendia, o que combatia, por que, como definia o regime republicano e por que as pessoas o seguiam);
6. Quando, como, onde e por quem foi fundado o povoado de Belo Monte ou arraial de Canudos;
7. O que Antônio Conselheiro propôs a seus seguidores ao fundar Canudos;
8. Como eram as casas e as condições de vida em Belo Monte;
9. O que aconteceu com muitos povoados do Nordeste após a fundação de Belo Monte;
10. Armas e modo que os moradores de Belo Monte usaram para enfrentar o primeiro ataque;
11. Armas e modo que os moradores de Belo Monte usaram para enfrentar outros ataques, o que os motivava a lutar e a quem atribuíam a culpa pela guerra;
12. Como a população de Belo Monte era considerada pelos de fora;
13. Como Conselheiro se referia aos soldados do Exército;
14. Como a imprensa relatava ao país os acontecimentos de Canudos e por que acontecia isso;
15. Sentimentos que Antônio Conselheiro despertava nas pessoas e por que isso acontecia;
16. O que aconteceu com o povoado de Belo Monte e sua população em outubro de 1897;
17. Quem criticou a atuação do comandante das tropas do Exército e por que criticou.
18. Em sua opinião, por que o presidente enviou uma mensagem aos soldados e o que pretendia com isso?
19. Dê exemplos a respeito de como o fanatismo religioso estava presente na vida da população de Canudos.
20. Tente fazer sua análise pessoal a respeito dos acontecimentos e do filme.
sexta-feira, 3 de fevereiro de 2012
A visão de Luis Carlos Veríssimo sobre o BBB.
Recebi este texto por email, supostamente atribuido a escritor Luis Fernando Veríssimo (É cronista e escritor brasileiro)
xxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxx
Que me perdoem os ávidos telespectadores do Big Brother Brasil (BBB), produzido e organizado pela nossa distinta Rede Globo, mas conseguimos chegar ao fundo do poço. A nova edição do BBB é uma síntese do que há de pior na TV brasileira. Chega a ser difícil encontrar as palavras adequadas para qualificar tamanho atentado à nossa modesta inteligência.
Dizem que Roma, um dos maiores impérios que o mundo conheceu, teve seu fim marcado pela depravação dos valores morais do seu povo, principalmente pela banalização do sexo. O BBB é a pura e suprema banalização do sexo. Impossível assistir ver este programa ao lado dos filhos. Gays, lésbicas, heteros...todos na mesma casa, a casa dos “heróis”, como são chamados por Pedro Bial. Não tenho nada contra gays, acho que cada um faz da vida o que quer, mas sou contra safadeza ao vivo na TV, seja entre homossexuais ou heterossexuais. O BBB é a realidade em busca do IBOPE.
Veja como Pedro Bial tratou os participantes do BBB . Ele prometeu um “zoológico humano divertido” . Não sei se será divertido, mas parece bem variado na sua mistura de clichês e figuras típicas.
Pergunto-me, por exemplo, como um jornalista, documentarista e escritor como Pedro Bial que, faça-se justiça, cobriu a Queda do Muro de Berlim, se submete a ser apresentador de um programa desse nível. Em um e-mail que recebi há pouco tempo, Bial escreve maravilhosamente bem sobre a perda do humorista Bussunda referindo-se à pena de se morrer tão cedo. Eu gostaria de perguntar se ele não pensa que esse programa é a morte da cultura, de valores e princípios, da moral, da ética e da dignidade.
Outro dia, durante o intervalo de uma programação da Globo, um outro repórter acéfalo do BBB disse que, para ganhar o prêmio de um milhão e meio de reais, um Big Brother tem um caminho árduo pela frente, chamando-os de heróis. Caminho árduo? Heróis? São esses nossos exemplos de heróis? Caminho árduo para mim é aquele percorrido por milhões de brasileiros, profissionais da saúde, professores da rede pública (aliás, todos os professores) , carteiros, lixeiros e tantos outros trabalhadores incansáveis que, diariamente, passam horas exercendo suas funções com dedicação, competência e amor e quase sempre são mal remunerados.
Heróis são milhares de brasileiros que sequer tem um prato de comida por dia e um colchão decente para dormir, e conseguem sobreviver a isso todo dia.
Heróis são crianças e adultos que lutam contra doenças complicadíssimas porque não tiveram chance de ter uma vida mais saudável e digna. Heróis são inúmeras pessoas, entidades sociais e beneficentes, Ongs, voluntários, igrejas e hospitais que se dedicam ao cuidado de carentes, doentes e necessitados (vamos lembrar de nossa eterna heroína Zilda Arns).
Heróis são aqueles que, apesar de ganharem um salário mínimo, pagam suas contas, restando apenas dezesseis reais para alimentação, como mostrado em outra reportagem apresentada meses atrás pela própria Rede Globo.
O Big Brother Brasil não é um programa cultural, nem educativo, não acrescenta informações e conhecimentos intelectuais aos telespectadores, nem aos participantes, e não há qualquer outro estímulo como, por exemplo, o incentivo ao esporte, à música, à criatividade ou ao ensino de conceitos como valor, ética, trabalho e moral. São apenas pessoas que se prestam a comer, beber, tomar sol, fofocar, dormir e agir estupidamente para que, ao final do programa, o “escolhido” receba um milhão e meio de reais. E ai vem algum psicólogo de vanguarda e me diz que o BBB ajuda a "entender o comportamento humano". Ah, tenha dó!!!
Veja o que está por de tra$$$$$$$$$ $$$$$$$ do BBB: José Neumani da Rádio Jovem Pan, fez um cálculo de que se vinte e nove milhões de pessoas ligarem a cada paredão, com o custo da ligação a trinta centavos, a Rede Globo e a Telefônica arrecadam oito milhões e setecentos mil reais. Eu vou repetir: oito milhões e setecentos mil reais a cada paredão.
Já imaginaram quanto poderia ser feito com essa quantia se fosse dedicada a programas de inclusão social, moradia, alimentação, ensino e saúde de muitos brasileiros? (Poderia ser feito mais de 520 casas populares; ou comprar mais de 5.000 computadores)
Essas palavras não são de revolta ou protesto, mas de vergonha e indignação, por ver tamanha aberração ter milhões de telespectadores. Em vez de assistir ao BBB, que tal ler um livro, um poema de Mário Quintana ou de Neruda ou qualquer outra coisa..., ir ao cinema...., estudar... , ouvir boa música..., cuidar das flores e jardins... , telefonar para um amigo... , •visitar os avós... , pescar..., brincar com as crianças... , namorar... ou simplesmente dormir. Assistir ao BBB é ajudar a Globo a ganhar rios de dinheiro e destruir o que ainda resta dos valores sobre os quais foi construído nossa sociedade.
terça-feira, 6 de dezembro de 2011
Resultado Final da I Olimpíada de História do Ceará
Em 2011, com a valorosa colaboração do Prof. Daniel De Sá Aguiar conseguimos por em prática o projeto da I Olimpíada de História do Ceará na E.E.M. Tancredo Nunes de Menezes. E neste momento, divulgamos os vencedores da olimpíada que serão premiados no durante o VI English Festival. São elas:
1º Lugar: Os Avexados (155 pts)
2º Lugar: TUFFeminina (144 pts)
3º Lugar: Ibiapabanos (141 pts)
Agradecemos a participação de todos, e contamos com vcs em 2012!!!
segunda-feira, 28 de novembro de 2011
COMO FAZER UMA RESENHA DE FILME
Uma Resenha deve conter:
Dados completos de uma aventura ou filme, composta de: Sinopse, História, Ambientação, Personagens, Curiosidades, Depoimento.
a) Sinopse - Um máximo de cinco linhas que revela o que estará contido no roteiro da aventura (considerando tamanho 12 em fonte arial). São poucas linhas que devem dar uma idéia geral de toda a história.
b) História - Geralmente esta é a parte maior da resenha, pois embora escrita de forma resumida, pode chegar a 25 ou 50 linhas (ou até mais se a aventura se desenrolar por três, quatro ou mais revistas). É desejável que a resenha não conte o final da história, instigando a curiosidade em quem já leu a aventura para ler novamente e, em quem não leu, para tentar encontrar a revista resenhada.
c) Ambientação: (tempo e espaço) - Parte geralmente muito pequena, que fica em torno de 5 a 10 linhas, pois é uma breve descrição dos locais onde se passam as ações da aventura: a época, o País, o Estado, as cidades, os vilarejos, acidentes geográficos, delegacia, desertos, etc. (não necessita que siga esta mesma ordem)
d) Personagens - Todos os principais que participam da história.
e) Curiosidades - A critério de cada aluno: podem ser coisas curiosas da história, dos personagens, incongruências no argumento, falhas na arte, etc. Quanto a tamanho, pode ser do tamanho que o colaborador julgar necessário, mas recomendamos nunca ultrapassar o tamanho do texto escrito na parte HISTÓRIA.
f) Depoimento - Sua opinião pessoal sobre a aventura resenhada: história, arte, personagens, filme como um todo ou livro, etc.
Fonte: Site TEXBR, José Luiz Fion (Dr. em Letras – USP) e Francisco Platão Savioli (Dr. Em Comunicação ECA-USP)
segunda-feira, 21 de novembro de 2011
Atividade de Sala - 2º ano
A proposta aqui é elaborar um resumo das principais revoltas do Período Regencial preenchendo a ficha disponível em http://www.sendspace.com/file/321le1. O arquivo, após concluido o resumo, deverá ser salvo em PDF e enviado para o seguinte email rondys22@hotmail.com, até as 17 horas desta segunda feira.
Como estudar história
Encontrei este artigo no blog http://www.historiadigital.org/2009/06/como-estudar-historia-primeira-parte.html.%20. Através de um roteiro simples, você sintetiza o conjunto de conhecimentos necessários para evitar estudar história através da decoreba de fatos e datas. Aliás, uma habilidade importante, considerando as mudanças esperadas no vestibular.
Estas dicas valem, especialmente, para alunos do ensino fundamental e médio.
1- Situe o fato no tempo e espaço: Saber quando e onde ocorreu determinado fato histórico é condição elementar para saber história.
2- Analise o contexto histórico: contexto histórico é o conjunto de acontecimentos que cerca o fato em questão. É o ponto mais importante do roteiro, pois mostra que não existem fatos isolados. A noção do contexto histórico rompe com a decoreba de conteúdos.
3- Conheça os antecedentes: antecedentes são as causas de determinado fato histórico, e estão interligados ao contexto histórico. As causas permitem entender os motivos que levaram ao fato.
4- Compreenda o fato: isto é, entenda o evento propriamente dito, através de suas características e seu significado histórico.
5- Perceba os seus desdobramentos: desdobramentos são as consequências do fato estudado. Conhecer as consequências permite estabeleceremos um gancho para analisar o próximo fato histórico.
Aplicação
Exemplo de aplicação deste roteiro:
a) Fato Histórico: Primeira Guerra Mundial.
b) Espaço e Tempo: Europa, de 1914 a 1918.
c) Contexto Histórico: Imperialismo, Política de Alianças, Paz Armada.
d) Causas: Disputa de mercados imperialistas, Divergências político-econômicas, Revanchismos, Nacionalismo.
e) Evento: A guerra, O início, Blocos militares em conflito, Etapas, O término.
f) Consequências: Tratado de Versalhes, Fim da hegemonia européia, Surgimento de novas nações, EUA como potência mundial, Criação da Liga das Nações, Revanchismo alemão, Fortalecimento do nazi-fascismo.
É trabalhoso também, mas vale a pena. Precisamos, urgentemente, romper com o ensino de história baseado na decoreba e este é um caminho legal. Aguadamos novas sugestões de como aplicar este roteiro, escolha um fato histórico e mande ver nos comentários.